Bem-haja!
Com este titulo e com grande destaque, é publicado na primeira página do Nº 53 do Jornal um artigo subscrito por toda a redacção, em que são enaltecidos os seus fundadores, aí carinhosamente tratados por “Rapazes do Casal Novo”.
Em 1926, ano de primeira publicação do jornal, esses rapazes, eram-no efectivamente.
António teria 20 anos e Manuel 18, ambos respectivamente quartanista e quintanista de Direito, na Faculdade de Direito de Lisboa.
Ambos sabiam perfeitamente o que queriam.
Eram politizados, confessos adeptos da extrema-direita da altura, que se confundia, de certo modo, com a Causa Monárquica.
O Jornal, lançou-se baseado na defesa intransigente dos valores e interesses do Concelho.
Abraçou causas por que lutou e que deram os seus frutos, conforme foi relatado nos primeiros apontamentos que publicámos.
O Concelho de Alvaiázere, como provavelmente muitos no País, estava sem estradas, sem assistência pública eficaz, com as poucas instituições que existiam em decadência.
Foi lançando a discussão sobre todos esses temas e demonstrando uma orientação política coerente, que o Jornal se implantou e conseguiu uma tiragem invejável para a época e para um jornal regional, de 1000 exemplares.
Na segunda fase de publicação que se inicia em 1935, o jornal já apresenta um quadro redactorial que assume muito mais a sua feitura, além de que aparece um Administrador para tratar de toda a parte financeira.
Esse quadro redactorial era composto por um padre que esteve algum tempo na Pelmá (P. Paulo Vilaça Machado), e por dois Homens do Regime, Dr.s António Campeão de Freitas e o veterinário Dr. João Orvalho Teixeira.
Em 1926, ano de primeira publicação do jornal, esses rapazes, eram-no efectivamente.
António teria 20 anos e Manuel 18, ambos respectivamente quartanista e quintanista de Direito, na Faculdade de Direito de Lisboa.
Ambos sabiam perfeitamente o que queriam.
Eram politizados, confessos adeptos da extrema-direita da altura, que se confundia, de certo modo, com a Causa Monárquica.
O Jornal, lançou-se baseado na defesa intransigente dos valores e interesses do Concelho.
Abraçou causas por que lutou e que deram os seus frutos, conforme foi relatado nos primeiros apontamentos que publicámos.
O Concelho de Alvaiázere, como provavelmente muitos no País, estava sem estradas, sem assistência pública eficaz, com as poucas instituições que existiam em decadência.
Foi lançando a discussão sobre todos esses temas e demonstrando uma orientação política coerente, que o Jornal se implantou e conseguiu uma tiragem invejável para a época e para um jornal regional, de 1000 exemplares.
Na segunda fase de publicação que se inicia em 1935, o jornal já apresenta um quadro redactorial que assume muito mais a sua feitura, além de que aparece um Administrador para tratar de toda a parte financeira.
Esse quadro redactorial era composto por um padre que esteve algum tempo na Pelmá (P. Paulo Vilaça Machado), e por dois Homens do Regime, Dr.s António Campeão de Freitas e o veterinário Dr. João Orvalho Teixeira.
E os “rapazes”?
Pois, nessa altura, volvidos nove anos sobre a fundação do Jornal, Manuel Ribeiro Ferreira era o Presidente da Comissão Distrital de Leiria da União Nacional e Deputado da Nação por este Distrito, tendo já sido no período antecedente Administrador do Concelho de Alvaiázere e Governador Civil do Distrito.
António Ribeiro Ferreira continuava a exercer a advocacia em Lisboa e era, em 1935, Vogal da Câmara Municipal de Lisboa, com o pelouro difícil das Finanças.
Pois, nessa altura, volvidos nove anos sobre a fundação do Jornal, Manuel Ribeiro Ferreira era o Presidente da Comissão Distrital de Leiria da União Nacional e Deputado da Nação por este Distrito, tendo já sido no período antecedente Administrador do Concelho de Alvaiázere e Governador Civil do Distrito.
António Ribeiro Ferreira continuava a exercer a advocacia em Lisboa e era, em 1935, Vogal da Câmara Municipal de Lisboa, com o pelouro difícil das Finanças.
Daí que, de forma empolgada, a Redacção viesse tecer os mais rasgados elogios aos fundadores do Jornal, agradecendo-lhes com um Bem-haja!
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